terça-feira, 27 de novembro de 2012

COME...



When you have no light to guide you
And no one to walk beside you
I will come to you
Oh I will come to you
When the night is dark and stormy
You won't have to reach out for me
I will come to you
Oh I will come to you
Sometimes when all your dreams may have seen better days
When you don't know how or why, but you've lost your way
Have no fear when your tears are fallin'
I will hear your spirit callin'
And I swear that I'll be there come with me

'Cause even if we can't be together
We'll be friends now and forever
And I swear that I'll be there come with me
When the night is dark and stormy
You won't have to reach out for me
I will come to you
Oh I will come to you
We all need somebody we can turn to
Someone who'll always understand
So if you feel that your soul is dyin'
And you need the strength to keep tryin'
I'll reach out and keep your hands

I will come to you


 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

AMOR OU POESIA



O amor, enebria, entontece...
faz a luz quando escurece...
Faz tempo que não me entorpece...
Quem sabe um dia...
enquanto isso, simplesmente sigo
abraçando a poesia...



 

 

Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.
Não tenho ambições nem desejos.
Ser poeta não é uma ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho.”

“A recordação é uma traição à Natureza
Porque a Natureza de ontem não é Natureza.
O que foi não é nada, e lembrar não é ver.”

“Não desejei senão estar ao sol ou à chuva –
Ao sol quando havia sol
E à chuva quando estava chovendo
(E nunca a outra coisa),
Sentir calor e frio e vento,
E não ir mais longe

Uma vez amei, julguei que me amariam,
Mas não fui amado.
Não fui amado pela única grande razão –
Porque não tinha que ser.

Consolei-me voltando ao sol e à chuva,
E sentando-me outra vez à porta de casa.
Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados
Como para os que não são
Sentir é estar distraído.”

“Pouco me importa.
Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.”

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

 

 

Minhálma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és se quer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!

Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo, meu amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!

"Tudo no mundo é frágil, tudo passa..."
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!

E, olhos postos em ti, digo de rastros:
"Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio do Fim!..."