Da aridez da terra ao amago da alma...
a mulher nordestina, labaredas acalma....
e em seu seio materno, que o canto da beleza enseja...
o céu ilumina e a vida apedreja...
seu olhar felino, destemido roseiral...
indomado sob a flamula da natureza imortal...
destemido, ousado, viceral...
Permita-me anunciar ao espaco sideral...
ao mundo inteiro...
a imensidao de teu ventre nesse cordel estradeiro...
Ana, Maria, Joaquina, Magdala, Eulalia, Severina...
Sob a sutileza de sua forca feminina...
o meu coração, invadido por nefáveis labaredas...
Mostra a esse Brasil, Paraiba, sua grandeza...
a fonte de forca e tao rara beleza...
Inspira-me os caminhos teus pois,
Mulher Paraibana,
Tu és a face feminina de Deus!!!!!
a mulher nordestina, labaredas acalma....
e em seu seio materno, que o canto da beleza enseja...
o céu ilumina e a vida apedreja...
seu olhar felino, destemido roseiral...
indomado sob a flamula da natureza imortal...
destemido, ousado, viceral...
Permita-me anunciar ao espaco sideral...
ao mundo inteiro...
a imensidao de teu ventre nesse cordel estradeiro...
Ana, Maria, Joaquina, Magdala, Eulalia, Severina...
Sob a sutileza de sua forca feminina...
o meu coração, invadido por nefáveis labaredas...
Mostra a esse Brasil, Paraiba, sua grandeza...
a fonte de forca e tao rara beleza...
Inspira-me os caminhos teus pois,
Mulher Paraibana,
Tu és a face feminina de Deus!!!!!
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